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Milho transgênico pode fazer mal a saúde: dados são revelados pela Monsanto após ação judicial

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O milho, um dos alimentos mais antigos da história da humanidade, atualmente tem a maior parte da sua produção destinada, no Brasil, ao consumo animal. Apenas cerca de 15% é para o consumo humano. O problema em torno deste alimento, defendido por conter vitaminas A e do complexo B, proteínas e minerais como o ferro, fósforo, potássio e cálcio, tem fundamento na utilização do grão transgênico. Um artigo publicado no International Journal of Biological Sciences mostrou que o consumo da semente modificada tem efeitos negativos principalmente sobre fígado e rim, órgãos ligados à eliminação de impurezas.

A informação é publicada por Transparência Alimentar, 20-10-2016.

Embora suas propriedades nutricionais sejam mantidas, de acordo com o médico Durval Riba-Filho, o estudo francês revelou que os grãos transgênicos do milho apontam claros sinais de toxidade. O biólogo molecular Gilles-Eric Séralini e sua equipe puderam divulgar a pesquisa depois que um decisão judicial obrigou a Monsanto revelar sua própria análise dos grãos que manteve em sigilo impedindo que a informação se tornasse pública.

Continue lendo: http://www.ihu.unisinos.br/maisnoticias/noticias/561434-milho-transgenico-pode-fazer-mal-a-saude-dados-sao-revelados-pela-monsanto-apos-acao-judicial

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Publicado por em 22 de outubro de 2016 em Diversos, Transgênicos

 

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STF garante rotulagem de qualquer teor de transgênicos

Transgênicos

Ministro rejeita recurso e mantém decisão obtida pelo Idec que exige informação no rótulo sobre uso de ingredientes geneticamente modificados, independentemente da quantidade.

O direito dos consumidores brasileiros à informação sobre transgênicos volta a prevalecer. Em decisão proferida no último dia 12, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin manteve a decisão obtida pelo Idec e voltou a garantir a indicação no rótulo de alimentos que utilizam ingredientes geneticamente modificados, independentemente da quantidade presente.
A exigência estava suspensa desde 2012, por uma decisão liminar (provisória) do ministro Ricardo Lewandovski, do STF, que atendeu ao pedido da União e da Associação Brasileira de Indústria de Alimentos (Abia) contra a decisão do Tribunal Regional Federal da Primeira Região (TRF-1), que foi favorável à ação do Idec.
A União e Abia alegavam que a decisão do TRF-1 “usurpava a competência” do STF de decidir sobre o tema. Mas, ao julgar o recurso, Fachin não concordou. Em decisão monocrática (analisada apenas por um julgador), o ministro relator do processo validou a decisão do Tribunal.
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Código do Consumidor x Decreto
A decisão do TRF-1 que voltou a valer acolhe o pedido do Idec de rotulagem de qualquer teor de transgênicos e afasta a aplicação do Decreto n° 4.680/03, que flexibiliza a exigência de rotulagem apenas para produtos que contêm mais de 1% de ingredientes geneticamente modificados.
O Tribunal considerou que o direito à informação previsto no Código de Defesa do Consumidor (CDC) se sobrepõe ao decreto.
“A decisão do STF é muito importante neste momento, pois  enfraquece o PL que quer acabar com a rotulagem de transgênicos. Ela mantém a decisão fruto de uma Ação Civil Pública que garante que todos os alimentos genetimente modificados devem ser rotulados, fortalecendo o direito à informação e o CDC”, destaca Claudia Pontes Almeida, advogada do Instituto.
A União e a Abia ainda podem entrar com novo recurso para que o tema seja analisado pelo plenário do STF. Mas, por hora, o direito à informação venceu mais uma vez.

 

 

 
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Publicado por em 20 de maio de 2016 em Culinária, Diversos, Transgênicos

 

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Cerveja brasileira possui 45% de milho

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Uma noticia que talvez muitos já ate saibam, mas infelizmente somos enganados todos os dias pela indústria cervejeira, um caso sério, pois estamos bebemos cerveja de MILHO!

 

Uma pesquisa da USP e da Unicamp mostra que Cervejas Brasileira possuem 45% de milho em sua composição, isso é o máximo permitido pelo governo, ainda bem pois poderia ser pior, mas as industrias querem que o Governo aprove que seja permitido 50% e não mais 45%. Já estava ruim, agora só pode piorar! E tudo isso porque o brasileiro esta sendo “mão de vaca” ate na produção da cerveja, pois o malte que é importando, com isso, sendo mais caro, eles utilizam o milho ou arroz que são bem mais baratos que a cevada.

Muitas cervejas que encontramos no mercado nos enganam e são elas:

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A Ambev, fabricante das marcas Caracu, Antarctica, Brahma, Bohemia e Skol, jura que “falsificar a cerveja com milho é: “controlar a quantidade de malte de cevada é necessário para obter cerveja com características adaptadas ao paladar do consumidor brasileiro: leve, refrescante e de corpo suave”.

Mesmo usando essa desculpinha de “leve, refrescante e de corpo suave” a gente sabe eles fazem isso por ter uma alternativa mais barata e que o consumidor nem irá desconfiar, já que a legislação não exige que as empresas declarem nos rótulos a composição exata das cervejas que produzem. Somente proíbem que os outros cereais não passem de 45%.

Continue lendo aqui: http://etilicos.com/cerveja-brasileira-possui-45-de-milho/

 

 
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Publicado por em 8 de agosto de 2015 em Diversos, Transgênicos

 

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Cerveja: o transgênico que você bebe?

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Sem informar consumidores, Ambev, Itaipava, Kaiser e outras marcas trocam cevada pelo milho e podem estar levando à ingestão inconsciente de OGMs.

Não se sabe muito bem onde a cerveja surgiu, mas sua cultura remete a povos antigos. Até mesmo Platão já criou uma máxima, enquanto degustava uma cerveja nos arredores do Partenon quando disse: “era um homem sábio aquele que inventou a cerveja”.

E o que mudou de lá pra cá? Jesus Cristo, grandes navegações, revolução industrial, segunda guerra mundial, expansão do capitalismo… Muita coisa aconteceu e as mudanças foram vistas em todo lugar, inclusive dentro do copo. Hoje a cerveja é muito diferente daquela imaginada pelo duque Guilherme VI, que em 1516, antecipando uma calamidade pública, decretou na Bavieira que cerveja era somente, e tão somente, água, malte e lúpulo.

Acontece que em 2012, pesquisadores brasileiros ganharam o mundo com a publicação de um artigo científico no Journal of Food Composition and Analysis, indicando que as cervejas mais vendidas por aqui, ao invés de malte de cevada, são feitas de milho.

Antarctica, Bohemia, Brahma, Itaipava, Kaiser, Skol e todas aquelas em que consta como ingrediente “cereais não maltados”, não são tão puras como as da Baviera, mas estão de acordo com a legislação brasileira, que permite a substituição de até 45% do malte de cevada por outra fonte de carboidratos mais barata.

Continue lendo aqui: http://www.cartacapital.com.br/blogs/outras-palavras/cerveja-o-transgenico-que-voce-bebe-300.html

 
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Publicado por em 8 de agosto de 2015 em Diversos, Transgênicos

 

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Como identificar alimentos transgênicos sem selo?

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O alimento transgênico é a transa entre os gêneros incompatíveis.

No Canadá, por exemplo, foi liberado para produção e consumo o salmão geneticamente modificado com o gene de porco.

A verdade é que já existem estudos científicos que comprovem que esses alimentos não são seguros para serem consumidos.

Será que realmente cabe a nós darmos esses alimentos aos nossos filhos para ajudar cientistas a escrever tais estudos ?
Parece que é isto que o governo quer removendo o selo transgênico dos rótulos.

Leia o artigo completo aqui: http://longevidade.voadora.com/como-identificar-alimentos-transgenicos-sem-selo/

 

 
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Publicado por em 7 de agosto de 2015 em Diversos, Transgênicos

 

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